Vista da exposição (em primeiro plano Livro fachadas, Glayson Arcanjo. Ao fundo Trabalho de Rafaela Jemmene e Gustavo Torrezan). Foto:projeto Curto-Circuito


Vista da exposição (em primeiro plano Livro fachadas, Glayson Arcanjo). Foto:projeto Curto-Circuito

Vista da exposição (em primeiro plano Livro fachadas, Glayson Arcanjo). Foto: Nati Canto

Catálogo do projeto Curto-Circuito


Abertura : dia 16 de maio de 2016, na Casa do Salgot. Casa do Salgot ateliê cultural - Rua Floriano Peixoto, 2088 - Bairro Alto - Piracicaba (SP). A exposição faz parte do 4º Curto-Circuito de Piracicaba.

Por em página
é um campo de experimentações gráficas.A exposição tem a intenção estreitar afinidades entre o cotidiano e a arte. O espaço da Galeria foi pensado como um campo aberto de experimentações, como um jogo de páginas em branco nos quais concebe-se, projeta-se e arquiteta-se o trabalho artístico.

Os artistas pesquisadores, Fernanda Grigolin, Glayson Arcanjo, Gustavo Torrezan, Natália Coutinho e Rafaela Jemmene, criam um campo de ativação de diálogos por meio de suas produções e conversas, valendo-se da inexistência de limites entre pesquisa e trabalho artístico.



Curto-Circuito
O Curto-Circuito reúne exposições em seis espaços culturais de Piracicaba e promove ações educativas. O evento é uma iniciativa anual do Circuito Piracicaba, plataforma de trabalho colaborativo de espaços autogeridos da cidade.Tem como objetivo mapear os artistas locais, proporcionar intercâmbio com artistas de outros municípios, trazendo visibilidade e sustentabilidade às suas produções.
Na edição de 2016, o evento conta com o apoio do ProAC (Programa de Ação Cultural) -- realização do Governo do Estado de São Paulo e da Secretaria de Cultura do Estado do São Paulo. O Sesc Piracicaba também apoia a iniciativa.

Casa Salgot

Espaço que atua na área da cultura desde 2007 com exposições de arte, música, lançamentos de livros, cursos, sessões de cinema e cafeteria. A partir de 2011 tornou-se exclusivamente um espaço cultural auto-gerido e ateliê de Lídice Salgot. O espaço valoriza a qualidade e diversidade de pesquisa, contemplando diferentes expressões artísticas, especialmente a contemporânea.



Acima: vistas da exposição Anacronismo Combinatório da Bancada (com trabalhos de Fernanda Grigolin, Glayson Arcanjo, Gustavo Torrezan, Natália Coutinho e Rafaela Jemmene)



Abaixo: fotos de Des.Habitar, trabalho de Glayson Arcanjo na exposição Anacronismo Combinatório.

















Anacronismo Combinatório

Anacronismo Combinatório é uma exposição do grupo Bancada, formado pelos artistas-pesquisadores Fernanda Grigolin, Glayson Arcanjo, Gustavo Torrezan, Natália Coutinho e Rafaela Jemmene.

Iniciativa plural, a exposição é a junção de singularidades dos artistas para criar um campo de ativação de diálogos por meio de suas produções recentes.
Trata-se de um encontro anacrônico de paisagens, pois no projeto proposto para exposição a cada página articula-se um lugar, um artista. A cada página articula-se uma tensão. Na dobra, confundem-se as fronteiras e as dissidências.

No Bancada, o comum do grupo é construído a cada exposição.

.......................

DES.HABITAR Glayson Arcanjo

Apresenta um conjunto de imagens de processos que vão do mapeamento à negociação da entrada do artista em locais desocupados ou em demolição, para realizar rápidas ocupações de arquiteturas e paisagens.

Uma vez dentro destes lugares, o artista ativa experiências espaciais e corporais carregadas de urgência, pausas e interrupções.

......................

Exposição Anacronismo Combinatório
Abertura: 19 de fevereiro às 13h
Visitação: 19 de fevereiro a 05 de março (Segunda a Sábado das 13h às 19h)

Local: Galeria de Arte Braz Cubas Av. Senador Pinheiro Machado, 48. 2º piso.
Vila Matias, Santos - SP

Acima: vista da exposição, com trabalhos de  Fernanda Grigolin, Glayson Arcanjo, Gustavo Torrezan, Natália Coutinho e Rafaela Jemmene.


Abaixo fotos dos trabalhos de Glayson Arcanjo:


 









Por em Página

(Texto Divulgação)

Gaia recebe coletiva de artistas pesquisadores A exposição, Por em página, é um campo de experimentações gráficas No dia 17 de fevereiro, a Galeria de Arte da Unicamp realiza a abertura da exposição coletiva "Por em página" da Bancada.

A exposição tem a intenção estreitar afinidades entre o cotidiano e a arte.

O espaço da Galeria foi pensado como um campo aberto de experimentações, como um jogo de páginas em branco nos quais concebe-se, projeta-se e arquiteta-se o trabalho artístico.

Os artistas pesquisadores Fernanda Grigolin, Glayson Arcanjo, Gustavo Torrezan, Natália Coutinho e Rafaela Jemmene criam um campo de ativação de diálogos por meio de suas produções e conversas, valendo-se da inexistência de limites entre pesquisa e trabalho artístico.

Por em página abre no dia 17 de fevereiro e fica em exposição até 02 de março na sala 1 da Galeria de Arte da Unicamp.

.......................

DES.HABITAR Glayson Arcanjo

Apresenta um conjunto de imagens de processos que vão do mapeamento à negociação da entrada do artista em locais desocupados ou em demolição, para realizar rápidas ocupações de arquiteturas e paisagens.

Uma vez dentro destes lugares, o artista ativa experiências espaciais e corporais carregadas de urgência, pausas e interrupções.

......................


Exposição Por em Página.
Programa de Pós-graduação em Artes Visuais UNICAMP.

Abertura: 17 de fevereiro, às 12h30.
Conversa com os artistas ás 13h00.
Visitação: 17/02 a 02 de março de 2016.
Galeria do Instituto de Artes – GAIA - UNICAMP.
  • Triangulações





http://www.jornalopcao.com.br/opcao-cultural/goias-bahia-e-ceara-os-vertices-da-mostra-itinerante-triangulacoes-42201/

Obras de 45 artistas de Goiás, da Bahia e do Ceará tem mostra aberta no próximo dia 30, em Goiânia. Itinerância leva trabalhos artísticos a Salvador e depois segue para Fortaleza.

De Goiânia: Luiz Mauro, Edney Antunes, ZéCésar, Enauro de Castro, Pitágoras Lopez,  Grupo EmpreZa, Rodrigo Godá, Helô Sanvoy, Dalton Paula, Santhiago Selon, Yara Pina, Evandro Soares, Rogério Milani, Glayson Arcanjo e  – Paul Setúbal.

De Salvador : Adriano Machado, Aristides Alves, Eriel Araújo, Fábio Magalhães, Florival Oliveira,  Isolda Libório, Leonardo Celuque, Marcelo Reis, Márcio Lima, Miguel Cordeiro, Neyde Lantyer, Paulo Coqueiro, Péricles Mendes, Rosa Bunchaft e Tami Oliveira.

De Fortaleza : Waléria Américo, Solon Ribeiro, Luciana Magno, Junior Pimenta, Milena Travassos, Marina de Botas, Herbert Rolim, Filipe Acácio, Jared Domício, Diego de Santos, Juliane Peixoto, Yuri Firmeza, Marcos Martins, Haroldo Sabóia e Júlia Braga.

O Triangulações é uma mostra itinerante de artes visuais que nasceu como desdobramento e ampliação do Circuito das Artes, realizado em seis espaços expositivos em Salvador, e que tem como objetivo o intercâmbio entre criadores de diferentes partes do país, estimulando a circulação do debate artístico fora do eixo tradicional da Região Sudeste. No próximo dia 30.07, às 19h, no Centro Cultural UFG, em Goiânia, será inaugurada a Mostra Triangulações 2015, que nasceu há três anos dentro do Circuito das Artes e que nesta edição contempla 45 artistas que atuam em Salvador, Goiânia e Fortaleza. “Registros Circunstanciais : Intervenções, Fabulações, Apagamentos”.

Com coordenação geral de Eneida Sanches e curadoria geral de Marília Panitz, a mostra irá reunir obras de arte inéditas de 45 artistas visuais, 15 de cada local onde haverá exposição.
Em Goiânia, sob a curadoria de Divino Sobral, a mostra Triangulações é realizada de 30.07 a 31.08, com obras dos artistas das três capitais. Em seguida vai para Salvador, onde no Museu de Arte da Bahia expõe as obras de 17.09 a 18.10. A curadoria dos artistas da Bahia foi realizada por Alejandra Muñoz . Fortaleza recebe a mostra, sob a curadoria de Bitú Cassundé, de 29.10 a 29.11, no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura – MAC. A produção executiva é de Fabiane Beneti e Tetê Ferrari.



Triângulo Conceitual – A edição de 2015 do Triangulações é de fato um triângulo conceitual, que se sobrepõe ao geográfico estabelecido pelos pontos correspondentes à localização de cada uma das três cidades, e aponta para grupos de ações aos quais se filiariam as obras selecionadas, como forma de sugestão de leitura do conjunto. Esse conjunto tem o nome de “Registros Circunstanciais” Nele, os três vértices são:Intervenções, Fabulações, Apagamentos. As obras reunidas em torno da ideia de Intervenções, da ação de inscrever algo no mundo, se estabelecem, como cicatriz deixada pelo ato, tanto no sentido de comentário ou manifesto, quanto naquele de uma afirmação dos materiais usados como instrumentos de marcação.
São resultado da observação e de certa documentação, do atravessamento dos campos de saber pela arte – sociopolítica, etnografia,filosofia, arquitetura e urbanismo – ou de uma “escrita” das coisas, marca do artista como traço de sua passagem. Fabulações : dialogam as obras que fabulam tanto no sentido do léxico – contar uma versão fantasiosa dos fatos e, ao mesmo tempo, lição moral que encerra as fábulas – quanto no sentido da filosofia contemporânea – da “imagem-fábula, que nos faz ver estados de mudança no presente”.
Os trabalhos incluídos neste recorte têm a potência de emular imagens que,embora apresentem um claro caráter narrativo, desestabilizam nossa leitura. Apagamentos: tem uma relação com o tempo, com memória e esquecimento, com a ação de apagar, deixando alguns rastros recuperados por seus vestígios. A imagem sugere e ao mesmo tempo resiste à leitura, se esvai, se espalha, se desfoca traz em si um caráter fantasmático. Se nos outros dois recortes, a ênfase está em dois diferentes modos de figurar o presente, este debruça-se sobre o pretérito, sobre o que ainda pode emergir desse outro tempo.

Vistas da exposição
Trabalhos de Rafaela Jemmene (mesa) e Nat Couto (video ao fundo esq.)
Trabalhos de Fernanda Grigolin (impresso a esq.), Rafaela Jemmene (mesa) e  Gustavo Torrezan (lambe-lambe).
Trabalhos de Rafaela Jemmene (mesa central). Glayson Arcanjo (mesas ao fundo e direita) e Gustavo Torrezan (Lambe-lambe ao fundo esquerda)


Abaixo detalhe dos trabalhos apresentados por Glayson Arcanjo:


 
 


  

Artista-pesquisador e seus campos de atuação.
(texto divulgação)

Os trabalhos de Fernanda Grigolin, Glayson Arcanjo, Gustavo Torrezan, Natalia Coutinho e Rafaela Jemmene transitam entre referências pessoais, afetivas e políticas colocando em debate as relações entre arte e vida bem como as diversas formas de realizar uma atuação como artista-pesquisador dentro da universidade. Os cinco artistas são pesquisadores na Unicamp e na exposição poderão ser vistos vídeos, cartazes, impressões digitais e livros de artista.
A abertura da exposição será às 19h no dia 07 de maio e contará com a presença de Rafaela Jemmene e Glayson Arcanjo que realizarão um bate-papo.
A exposição permanecerá aberta a visitação entre os dias 7 de maio e 16 de junho, de segunda à sexta, das 10h às 18h.



................................................................

Glayson Arcanjo apresenta grupos de trabalhos que foram inicialmente produzidos em uma residência artística na região central de São Paulo, entre junho e setembro de 2014.

O artista parte da investigação acerca de arquiteturas precárias ou em desuso; dos distintos modos de habitar um lugar e das tensões existentes quando estes são ocupados.

O desenho é percebido como possibilidade poética e/ou como registro e é também entendido como uma espécie de “passaporte”; oferecendo “carta branca” para entrada nos lugares antes inacessives. Estando dentro, realiza ações corporais (ou, desenhos com o corpo) e pequenas intervenções produzidas nos cômodos, sendo boa parte delas documentadas em fotografia ou em vídeo.

A fim de instaurar novos modos de uso dos arquivos é preciso reabri-los, numa busca por reinventar estas experiencias vividas. Ou, o que delas escapam. É neste sentido que, para a exposição no Espaço Piloto, o artista reorganiza os materiais gerados durante a residência, deslocando-os de seu lugar de origem e contexto para oferecer novas possibilidades expositivas; outras temporalidades e espacialidades.


Dados dos trabalhos (de Glayson Arcanjo):

Fachadas. Livro. 20x30 cm. 2015.
Notas de uma desocupação. Livro. 9x14 cm. 2014
Terminologias e definições para espaços em desuso e ocupações temporárias. 16 fichas. 8x13cm cada. 2015
Espaços internos. 02 livros de 14x20 cm. 2015
Ações. 02 grupos de 16 frames de 13x18cm. 2015
Mapa. Impressão. 82x120cm. 2014.

Pés e tabuleiros das mesas : produzidos por Chicão e Maranhão em São Paulo, em maio de 2015.

(Trabalhos realizados durante a residência Phosphorus (edital PROAC) entre junho-agosto 2014 em SP e deslocados com novas configurações para Galeria Piloto em maio 2015).




Fornos de Cazón.


Desenhos com cinzas e carvão em paginas de caderno.


Interior dos fornos



Fuego. Still de vídeo. Para assitir clique aqui > https://vimeo.com/126704295

Cenizas. still de video. Para assitir clique aqui >https://vimeo.com/126707432


Coletas: 






Exibição dos processos:
fogueira/queima/encontro em frente a balança pública de Cazón




Processos desenvolvidos no Minimo: Programa de Residencias do Centro Rural de Arte. Cazón, Saladillo - Argentina, abril de 2015.

Durante a residencia, pude realizar algumas caminhadas pelas ruas de Cazón (povoado do município de Saladillo, localizada a 180 km de Buenos Aires. Cazón possui uma população de aproximadamente 200 pessoas).


Algumas edificações, a linha de trem, os galpões para armazenamento de grãos foram locais que me chamaram bastante a atenção. Porém, um local em especifico me foi apresentado já no segundo dia de residencia:os fornos em desuso de Cazón.

Estes fornos estão localizados dentro de uma área particular. Há também nesta área uma casa que está fechada por anos. Ao todo são quatro fornos, que funcionaram ate década de noventa (por volta de 1992-94) realizando a queima de lenha e fabricação de carvão.
Não se sabe muito bem, mas há relatos que os carvões após a queima, eram enviados a San Juan, onde passavam por um novo processo de queima, e que provavelmente serviam para usos militares.

Percorrer as estórias que cercam o lugar, conversar com os moradores da cidade que lembravam do funcionamento dos fornos e outros que trabalharam ali, entrar para conhecer o atual estado da estrutura de tijolos, foram alguns procedimentos por quais passei estes dez dias em residencia.
Observando o processo como um todo, acredito ter selecionado dois elementos que potencializaram todas minhas ações:


o fogo

as cinzas.


Foram realizadas experimentações em vídeo, das quais selecionei duas que podem ser vistas por aqui.
Com o uso do carvão e de cinzas foram feitos desenhos em um caderno.
.
Por fim algumas fotografias da passagem do tempo no local e a coleta de alguns materiais em situ compõe um grupo de objetos-situações realizadas.

Para apresentar o material produzido aos moradores de Cazón (e também abrir um outro campo de conversas e encontros) foi realizada uma fogueira e queima, em frente a balança pública da cidade, primeiro local onde fornos foram instalados antes de serem deslocados para um local mais afastado das casas e da entrada da cidade.

Agradecimento à população de Cazón que colaborou intensamente com o processo e a todos que compareceram à fogueira em noite de frio e vento. Em especial a Roberto, Carlos Migues, Martino, Juan e Cláudia (viveiro), Pepe; Centro Rural de Arte (Elina, Pablo, Majo, Luciano) e aos artistas porteños residentes Juan e Andreas.

__________________
Nota da realização da fogueira :
texto: Centro Rural de Arte

Fogata en la balanza pública

"Este martes 28 de abril a las 18hs. Glayson Arcanjo (Brasil) presenta una serie de videos, dibujos y objetos a partir de un conjunto de hornos de carbón deshabitados.
Un momento para intercambiar historias de fuego con los habitantes de Cazón.
El trabajo se realiza en el marco de una investigación sobre el dibujo y sus procesos y parte de la elaboración de estrategias poéticas que se dan en la elección, negociación, entrada y permanencia en espacios que están provisionalmente desocupados.
También participan de mínimo : programa de residencia Juan de Rosa (AR) que está ocupado en Lo crudo, lo cocido y lo podrido un caso de contacto culinario junto a la Escuela Agrotécnica. Y Andrea Basmagi (AR) que con los trabajadores del Vivero Municipal Eduardo L. Holmberg investiga en los bordes de acciones cotidianas en torno a la producción de plantas". 

Contato

glaysonarcanjo@hotmail.com

Nome

E-mail *

Mensagem *

Copyright © Glayson Arcanjo - Site: Santiago Régis